Depressão pós-parto

A depressão pós-parto causa muita tristeza e tragédias nas famílias, aos bebês e à própria mãe. A depressão pós-parto acontece com mulheres não prontas para a maternidade e que tiveram sonhos pessoais interrompidos devido à gravidez.


Mães que até matam seus bebês, no dia seguinte não se lembram de absolutamente nada e gritam desesperadas por socorro, acreditando que outra pessoa matou seu filho.

Essa depressão é grave e nem sempre a família percebe que a mãe esteja perturbada a esse ponto.

É importante alguém permanecer ao lado dessa mãe e do bebê dia e noite quando perceberem que ela está apática, séria demais, descontente, desprezando as necessidades da criança, nervosa por qualquer coisa, sem higiene pessoal, olhos fixos num ponto, agressiva com o pai da criança ou até querendo mostrar que ama exageradamente o bebê e não querendo ajuda de ninguém dispensando as pessoas que querem ajudá-la, revelando comportamento bipolar.

Por mais que elas digam que estavam prontas, na verdade não desejavam esse bebê ou talvez tenham se decepcionado demais com o pai da criança quanto às suas necessidades de afeto e assistência durante a gestação.

De qualquer forma a depressão pós-parto apenas foi desencadeada por uma perturbação que já existia dentro dessa mulher. Suas frustrações tomaram grandes proporções devido à alteração hormonal da gestação, que desinibiu os sintomas.

Mulheres com tendência à esquizofrenia podem desenvolver a depressão pós-parto, por isso alerto que pessoas esquizofrênicas, bipolares, psicóticas e aparentemente desequilibradas nas emoções são todas médiuns com poderes paranormais de cura e de captação das energias da família e de outras pessoas do seu convívio.

Elas precisam saber quem são antes de engravidar, para poderem trabalhar suas energias internas e poder acolher outra alma em seu corpo. Ser médium significa apenas que se é mediador de Deus e de Sua criação e não necessariamente, “cavalo para incorporação dos espíritos”.

Muitos pastores e padres são médiuns e se autoproclamam “mensageiros de Deus”.

Mulheres com depressão pós-parto revelam grande insatisfação por terem que assumir a maternidade, sem antes terem realizado seus sonhos pessoais e até seus trabalhos espirituais em benefício da humanidade, mesmo que não saibam conscientemente.

A angústia que elas sentem deriva da sua personalidade diferente com relação à da família, mas tiveram que seguir a tradição dos seus pais contrariando seus verdadeiros desejos.

Deus sabe o que faz e confirmamos isso quando vemos mulheres tentando ter filhos de qualquer forma e não conseguem, enquanto outras tomam pílulas, colocam DIU, operam ou até já entraram na menopausa e, de repente, descobrem que estão grávidas.

Aceitar o fato de que, mesmo Deus não interferindo em nada, cada pessoa atrai para si o que é necessário para a sua evolução e que nosso inconsciente sempre sabe os porquês dos acontecimentos.

A aceitação é necessária para desenvolvermos o bom humor e a alegria em qualquer situação, pois temos uma mente brilhante acoplada à Grande Sabedoria do Universo. Aceitar, enfrentar, aprender com os acontecimentos e sentir gratidão e amor por tudo que nos acontece, elimina a depressão, a doença da alma.

A depressão precisa ser tratada como doença e não como comportamento desequilibrado, mesmo porque a depressão só acontece com pessoas especiais que vieram ao mundo para curar outras pessoas e construir grandes e novas ideias para o planeta.

Cristina Cairo no Livro "Linguagem do Corpo vol.1 - Aprenda a ouvir seu corpo para uma vida saudável"

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