Cristina Cairo

Quando falamos em causa e efeito, estamos esclarecendo a energia da motivação para uma ação boa ou ruim. Você conhece a frase “uma coisa leva à outra”?

Pois bem, tudo precisa de um motivo para existir em qualquer setor da vida física, psicológica, espiritual ou dimensional.

Nada acontece sem que haja uma razão. Portanto, no que se refere às doenças físicas, por exemplo, sempre encontramos uma razão psicológica, emocional e espiritual.

Se olharmos para as doenças da perspectiva dos médicos convencionais, acreditaremos que suas causas estão nos distúrbios orgânicos, nos agentes patogênicos de toda espécie, na hereditariedade e até no desgaste provocado pelo avanço da idade.

Porém, se as olharmos com uma visão psicológica, descobriremos as causas das causas: medos, tristeza, solidão, mágoa, raiva, vingança ou crenças diabólicas.

Ao falar sobre a linguagem do corpo, relaciono as causas psicológicas das doenças. Mostro, de maneira clara, a emoção responsável pelos diversos tipos de enfermidades.

Muitas pessoas resistem às minhas concepções porque aprenderam a acreditar nas teorias de Isaac Newton, para quem o corpo está separado da mente.

Mas os que se interessam pela medicina psicossomática e pelas teorias do físico Albert Einstein descobrem um Universo de causa e efeito que existe por trás do mundo visível, aparente material e racional.

A física quântica já resgatou a visão milenar de que a matéria se transforma em energia e a energia se transforma em matéria.

Einstein desenvolveu matematicamente a fórmula que prova esse movimento energético do universo: E = mc2. Mas há quem ainda não trabalhe à luz dessa teoria.

Para mim, o mais importante já está provado: quando uma pessoa mantém o coração alegre, se desapega de suas dores, compreende e perdoa sinceramente alguém ou alguma situação, ela cura sua própria doença.

Na psicologia chamamos de ganhos secundários o que uma pessoa lucra ao ficar doente ou sofrer um acidente.

Qualquer pessoa detalhista e observadora do comportamento humano logo identifica que o inconsciente de uma pessoa enferma deseja receber afeto, auxílio financeiro ou perdão, quer se vingar de fontes de sofrimento, atrair pessoas queridas que haviam se afastado, obter licença médica para se afastar de um trabalho ou de uma situação familiar ou profissional indesejada.

É importante saber que pela linguagem do corpo cada pedacinho de nosso organismo, seja em sua parte interna ou externa, tem correlação psicológica com uma emoção e/ou um setor da nossa vida. Mesmo a astrologia detecta a doença e os ganhos secundários, revelados no mapa astral das pessoas.

Para que esse conceito seja bem apreendido é importante ter alguns exemplos de ganhos se- cundários que só o inconsciente conhece.

A produção de doenças e acidentes não tem nada a ver com a vontade consciente das pessoas e sim com impulsos secretos que se escondem no mais recôndito da mente humana.

O medo de perder, o medo da solidão, o medo de não receber amor, da rejeição, de não ter culpas perdoadas, entre outros, muitas vezes não conscientizados pela própria pessoa, são sinais do instinto de sobrevivência responsáveis por motivar o cérebro a trabalhar no organismo, po- sitiva ou negativamente.

Usamos um iceberg para representar a mente humana: imagine que o pico visível (ou seja, o consciente) representa apenas 5% de seu volume total, enquanto os restantes 95% permanecem submersos (o inconsciente).

Temos, portanto, apenas 5% de visibilidade para usar nosso livre-arbítrio (...)

(Continuação da parte 2 - no próximo dia 8, 3a feira).

Cristina Cairo no livro "A Lei da Afinidade - Como atrair o amor, a saúde e a prosperidade para a sua vida"

1 comentários para

    Anonimo / Resposta

    Gostaria vos agradecer, por abertura deste meio de comunicação.
    Vamos testar quanto tempo vão demorar apagar este comentario

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